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Modelo de relatório

No link abaixo está disponível um modelo de relatório, no estilo de artigo, elaborado pelo professor Thiago do Colégio SESI de Rio Negro e modificado por mim e pela professora Aline.

Os relatórios, a partir do 1º bimestre de 2014, devem seguir estas orientações, caso contrário terão o conceito insuficiente.

Orientações: PDF

Modelo de Relatório: PDF, DOCX.

Série de reportagens discute rumos da produção de energia elétrica no Brasil - YouTube

Fiz questão de editar esta série de reportagens que foi apresentada no Jornal Nacional (Rede Globo) no período de 2 a 9 de junho de 2012. Esta série fala rapidamente os pós e os contras das tecnologias de geração de energia elétrica usadas no Brasil.

- Questões ambientais geram impasse na expansão de hidrelétricas
- Tecnologias minimizam impactos de usinas termelétricas
- Projeto nuclear brasileiro prevê construção de quatro novas usinas
- Dejetos de suínos se transformam em biogás para gerar energia limpa
- Vento e sol geram energia econômica e mudam paisagens no Brasil






Série de reportagens discute rumos da produção de energia elétrica no Brasil - YouTube:


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Observação da Lua


Dos astros que observamos no céu, a Lua é aquele que mais prende a nossa atenção, não só pelos diferentes aspectos que apresenta mas também pelo seu rápido deslocamento em relação às estrelas. Apesar de  girar em tomo da Terra a uma distância que, do ponto de vista astronômico, se pode considerar muito pequena (384 000 km, em média)
Embora o movimento da Lua se execute em tomo de um ponto que se encontra bem distante do centro da Terra (o centro de massa  do sistema Terra-Lua) é comum dizer-se que ela gira  em volta da Terra ao mesmo tempo que roda sobre si própria, razão por que vira para a Terra sempre a mesma face.

Texto extraído do site Ciência Viva

Mitos e Estações no céu Tupi-Guarani

Com astronomia própria, índios brasileiros definiam o tempo de colheita, a contagem de dias, meses e anos, a duração das marés, a chegada das chuvas. Desenhavam no céu histórias de mitos, lendas e seus códigos morais, fazendo do firmamento esteio de seu cotidiano.
por Germano Afonso
Scientific American Brasil, edição 45 -  Fevereiro 2006

O uso correto do hífen


Não se emprega o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina com vogal e o segundo elemento começa por r ou s, devendo estes consoantes se duplicarem

Não se emprega  em certos compostos em que se perdeu, em certa medida, a noção de composição.
Ex.: mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, parachoque, paravento...

Usa-se o hífen nos compostos com os advérbios mal e bem quando estes formam uma unidade sintagmática e semântica e o segundo elemento começa por vogal ou “h”.
Exemplo
Bem-aventurado (se juntar fica bemaventurado) muda o sentido
Mal-humorado (se juntar fica malumorado)